Gregory Magalhães Costa
A Faculdade de Letras teve recentemente uma gestão irrefutavelmente corrupta, comprovada por uma auditoria interna, a gestão da Edione. Nesta época, o esgoto era depositado no porão da Faculdade, não tínhamos água potável, nem bandejão e com isso tínhamos em mãos o triste recorde de sermos a unidade da UFRJ com maior índice de desmaios de nossa Universidade. O rio de esgoto que se acumulava no porão da Faculdade virava um berçário de dengue e um número enorme de professores, estudantes e funcionários pegavam a doença. A biblioteca tinha goteiras e os livros se deterioravam. A Letras era considerada uma piada, a vergonha da UFRJ por sua corrupção deslavada.
Agora, na gestão do Ronaldo, da qual a chapa 1, PERSPECTIVA, é a continuação, todos os livros foram dedetizados, todas as telhas foram trocadas e o telhado foi impermeabilizado. A sala de estudos dobrou de espaço, ganhou mesas e cadeiras e com a recuperação do ar-condicionado central ficou refrigerada; trocando em miúdos: agora temos uma sala ampla, confortável, enfim, digna para estudarmos. O esgoto que rolava solto no subsolo da Faculdade acabou. Com isso, além do fim do mau-cheiro, ninguém mais pegou dengue dentro das dependências da Faculdade de Letras. Conquistamos a água potável. Posso testemunhar: era infernal estudar com um calor superior a 40º sem ter água para beber! Conquistamos o bandejão e com isso deixamos de ser o maior índice de desmaios da UFRJ. Sem falar na conquista da prestação de contas anual, que a Reitoria quer que se torne modelo para a Universidade. Coincidentemente, depois da saída do permissionário, que vendia comida fora da data de validade e mal conservada, nunca mais nenhum dos grandes professores da casa foram ameaçados de morte, como acontecera na época da gestão hedionda da Edione. Só para se ter idéia dois dos quatro professores ameaçados de morte foram o Ronaldes e o Alcmeno, ambos de Literatura brasileira. Com tudo isso, eu realmente espero que a Faculdade de Letras continue vivendo sua era doce de Lima, ao invés de voltar a épocas Hediondas já vividas por nossa casa. Até mesmo uma pessoa completamente neutra, como o grande crítico literário Silviano Santiago reconheceu o enorme salto dado pela Faculdade de Letras da UFRJ.
Agora, na gestão do Ronaldo, da qual a chapa 1, PERSPECTIVA, é a continuação, todos os livros foram dedetizados, todas as telhas foram trocadas e o telhado foi impermeabilizado. A sala de estudos dobrou de espaço, ganhou mesas e cadeiras e com a recuperação do ar-condicionado central ficou refrigerada; trocando em miúdos: agora temos uma sala ampla, confortável, enfim, digna para estudarmos. O esgoto que rolava solto no subsolo da Faculdade acabou. Com isso, além do fim do mau-cheiro, ninguém mais pegou dengue dentro das dependências da Faculdade de Letras. Conquistamos a água potável. Posso testemunhar: era infernal estudar com um calor superior a 40º sem ter água para beber! Conquistamos o bandejão e com isso deixamos de ser o maior índice de desmaios da UFRJ. Sem falar na conquista da prestação de contas anual, que a Reitoria quer que se torne modelo para a Universidade. Coincidentemente, depois da saída do permissionário, que vendia comida fora da data de validade e mal conservada, nunca mais nenhum dos grandes professores da casa foram ameaçados de morte, como acontecera na época da gestão hedionda da Edione. Só para se ter idéia dois dos quatro professores ameaçados de morte foram o Ronaldes e o Alcmeno, ambos de Literatura brasileira. Com tudo isso, eu realmente espero que a Faculdade de Letras continue vivendo sua era doce de Lima, ao invés de voltar a épocas Hediondas já vividas por nossa casa. Até mesmo uma pessoa completamente neutra, como o grande crítico literário Silviano Santiago reconheceu o enorme salto dado pela Faculdade de Letras da UFRJ.
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